noventa e nove

31 janeiro 2006

A insuflasmentável velantina do quasflebto












A blogosfera tem assistido, nos últimos dias, a trocas de posts e respectivos comentários que não passam de birras absurdas sobre quem sabe mais palavras escondidas nos cantos esquecidos das páginas dos dicionários.
Uma simples discussão sobre liberalismo levou a uma grande discussão sobre o valor das palavras e a importância da gramática.
Pois, quanto a isso, apraz-me dizer o seguinte:

Por mais quirbantlos que se gamoplentem, fico assurbinatafo quando fregalho a diversas sixalvatas, perdão, sichalvatas que me levam a gnantijar tamanha labaflércia.
E porque não quero zavrejatar sobre psigotos anti-enalbescentes, prefiro urgalhamontir em silêncio psicotelgático de somenos fixanbulos.

E quando falam em neologismos, eu respondo "Pode ser, mas sem açucar!".

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